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Coordenadora da Apex Brasil avalia participação do Amazonas no Mercosul

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Foto: Ney Xavier

O Dia do Mercado Comum do Sul (Mercosul), celebrado neste 26 de março, foi evidenciado na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), pelo deputado Adjuto Afonso (PDT), que preside a Comissão de Empreendedorismo, Comércio Exterior e Mercosul. O parlamentar convidou a coordenadora do Núcleo de Qualificação às Exportações, da Agência Apex Brasil, Olinda Marinho, que durante uma Cessão de Tempo, fez uma explanação sobre as atividades do Mercosul.

Em entrevista, o deputado Adjuto Afonso avaliou a participação do Amazonas nos 28 anos de Mercosul. “Entendo que o Amazonas participa muito pouco, poderia participar mais. A Olinda Marinho, que tem um trabalho de desenvolver e mostrar em que nós podemos avançar, veio aqui nos ajudar. Precisamos avaliar, o que nós produzimos aqui, não vendemos nem para os nossos países, temos que rever esses tratados”, destacou o parlamentar.

Olinda Marinho, que coordena um Programa de Exportações no Amazonas e em Roraima, fez uma breve explanação sobre a formação do Mercosul, e de que forma está presente no Amazonas.

“O objetivo do Mercosul é focado no pilar econômico, no social e na cidadania. No econômico, principalmente, a gente fala da parte comercial, das nossas exportações. As nossas exportações aqui do Amazonas para o Mercosul estão baseadas especificamente em alimentos, bebidas, preparação pra refrigerantes; pra Argentina a questão do setor automotivo”, disse a coordenadora.

Ela enfatizou também que os objetivos do Mercosul para o Amazonas podem ser melhor atendidos a partir do momento em que se identifique a necessidade dos países limítrofes. “Não adianta a gente querer preparar produtos aqui no Amazonas, preparar as empresas para exportar produtos que não vão atender a necessidade real”.

Olinda Marinho apresentou, ainda, resultados e o que precisa ser trabalhado para alavancar o potencial do Amazonas.

“Um dos resultados do Mercosul, em 2017, é que o Amazonas é foi o segundo Estado a implantar a questão das placas de automóveis. Porém, os acordos bilaterais precisam ser alavancados com os países membros do Mercosul, criado para fortalecer a competitividade perante aos outros países, aos outros blocos econômicos. Internamente, não estamos trabalhando os nossos acordos de forma adequada, como de complementação econômica, de complementação tecnológica, voltado para o empreendedorismo e inovação, então nós precisamos trabalhar em cima disso”, disse Olinda Marinho.

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